Há Escrituras que lemos e que nos tocam profundamente, mas há aquelas que gritam dentro de nós, nos sacodem a alma, sobretudo em dias especiais da nossa vida. Assim é o versículo 14 do Salmo 48. Ele não passa despercebido, impõe-se ao coração com autoridade soberana. É o tipo de Escritura que se gravaria num convite de casamento, numa lembrancinha de aniversário ou de nascimento de um filho, porque encerra uma Verdade que atravessa gerações e abraça toda a nossa história.

Afinal, quem é o seu Deus? Ele é o Senhor dos Exércitos. Ele é o Todo-poderoso.

Quem guiará os seus passos e o conduzirá pelo caminho da vida?

Quem o orientará nos vales, o sustentará nas tormentas e permanecerá com você até o último suspiro? É Deus.

Não caminhamos sozinhos. O Deus que Se revelou ao longo de toda a História sagrada, que protegeu o Seu povo, destruiu os Seus inimigos e firmou os Seus eternos propósitos, é exatamente o mesmo que assume o compromisso de nos guiar até a consumação dos séculos. Eu serei o mesmo até quando os vossos cabelos brancos chegarem e ainda na idade avançada eu vos sustentarei; eu vos criei e vos conduzirei; sim, eu vos levarei e vos livrarei (Isaías 46.4).

Ele é o grande Rei, cujo trono está acima de todos os reinos da terra. Ele Se revela de forma concreta e palpável na história do Seu povo eleito e separado. É o único digno de louvor, não apenas pelo que faz, mas sobretudo por Quem É, santo, justo, fiel, misericordioso. A cidade de Deus — Jerusalém, a cidade do Grande Rei — é o lugar alto onde a Sua glória se manifesta de modo visível e inconfundível; ali Ele escolheu fazer morada no meio do Seu povo. É por isso que Ele sempre está nos puxando para cima, nos levando para níveis mais altos.

Os inimigos espirituais que se levantam contra nós podem até acercar-se, ou rugir como leões, mas, ao contemplarem Aquele que habita em nós, entram em pânico e fogem em desespero, sem sequer ousar travar combate. Isso acontece porque quem confia no Senhor repousa n’Ele, e n’Ele encontra refúgio inexpugnável.

A fama do nosso Deus ultrapassa as fronteiras das nações. O Seu braço não se encolheu, a Sua justiça permanece perfeita, a Sua fidelidade é escudo e baluarte. Essa mesma justiça, longe de ser ameaça, é fonte transbordante de alegria para todos quantos pertencem ao Seu povo.

Deus anuncia as Suas promessas muito antes que você possa tocá-las com as mãos. Ele vê o fim desde o princípio; ou seja, antes mesmo de começar, já sabe exatamente como tudo terminará. Desde o princípio anunciei o futuro, desde a antiguidade, aquilo que ainda acontecerá. Eu afirmo: o meu propósito será realizado, certamente farei tudo o que me apraz (Isaías 46.10).

Quando você confia n’Ele, pode parecer, em certos momentos, que a história não vai acabar bem; mas acabará bem. Quem edifica a sua vida n’Ele jamais fracassa nem desmorona, porque Ele é a nossa fortaleza, é o nosso muro inabalável, o nosso apoio firme, o nosso esteio seguro. Por isso somos exortados a contar à geração seguinte quem Ele é e a declarar os Seus gloriosos feitos.

Os homens podem comprar ou fabricar deuses, podem curvar-se diante deles, mas esses ídolos nada podem fazer por quem os adora; não passam de invenções humanas. Quando lhes dirigem a palavra, eles não respondem. Lembremo-nos dos sacerdotes de Baal, que derramaram o próprio sangue em sacrifício, e Baal nada pôde fazer.

Toda vez que alguém buscar um deus feito por mãos humanas ou depositar a confiança da sua vida em qualquer outra coisa, acabará frustrado e sem resposta.

Considerar o vazio dos próprios esforços significa encarar, com lucidez e honestidade espiritual, a limitação e a insuficiência de tudo aquilo que é feito exclusivamente a partir de si mesmo, sem referência a Deus, ao sentido maior da vida ou a um propósito que transcenda o ego.

O ser humano é capaz de muito trabalho, planejamento e empenho, mas nem todo esforço gera fruto duradouro. Quando o esforço é movido apenas por ambição, autossuficiência ou tentativa de controle absoluto da vida, ele pode até produzir resultados imediatos, porém revela-se um vazio de significado, incapaz de satisfazer a alma ou de sustentar a vida em longo prazo.

A Bíblia, especialmente no Livro de Eclesiastes, ensina que muitos esforços, quando feitos apenas com base na força do braço, na ambição, são frágeis e passageiros. A vaidade desaparece rapidamente, como uma fumaça ou um sopro.

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Abril de 2026 – Meu guia até à morte, Meu guia até à morte, Meu guia até à morte, Meu guia até à morte, Meu guia até à morte, Meu guia até à morte Link: Edição.

Edição de Abril de 2026

PALAVRA DE

Vida e Fé:

Meu guia até à morte

Meu guia até à morte

...este Deus é o nosso Deus para todo sempre; ele será o nosso guia até à morte (Salmo 48.14

 

Há Escrituras que lemos e que nos tocam profundamente, mas há aquelas que gritam dentro de nós, nos sacodem a alma, sobretudo em dias especiais da nossa vida. Assim é o versículo 14 do Salmo 48. Ele não passa despercebido, impõe-se ao coração com autoridade soberana. É o tipo de Escritura que se gravaria num convite de casamento, numa lembrancinha de aniversário ou de nascimento de um filho, porque encerra uma Verdade que atravessa gerações e abraça toda a nossa história.

Afinal, quem é o seu Deus? Ele é o Senhor dos Exércitos. Ele é o Todo-poderoso.

Quem guiará os seus passos e o conduzirá pelo caminho da vida?

Quem o orientará nos vales, o sustentará nas tormentas e permanecerá com você até o último suspiro? É Deus.

Não caminhamos sozinhos. O Deus que Se revelou ao longo de toda a História sagrada, que protegeu o Seu povo, destruiu os Seus inimigos e firmou os Seus eternos propósitos, é exatamente o mesmo que assume o compromisso de nos guiar até a consumação dos séculos. Eu serei o mesmo até quando os vossos cabelos brancos chegarem e ainda na idade avançada eu vos sustentarei; eu vos criei e vos conduzirei; sim, eu vos levarei e vos livrarei (Isaías 46.4).

Ele é o grande Rei, cujo trono está acima de todos os reinos da terra. Ele Se revela de forma concreta e palpável na história do Seu povo eleito e separado. É o único digno de louvor, não apenas pelo que faz, mas sobretudo por Quem É, santo, justo, fiel, misericordioso. A cidade de Deus — Jerusalém, a cidade do Grande Rei — é o lugar alto onde a Sua glória se manifesta de modo visível e inconfundível; ali Ele escolheu fazer morada no meio do Seu povo. É por isso que Ele sempre está nos puxando para cima, nos levando para níveis mais altos.

Os inimigos espirituais que se levantam contra nós podem até acercar-se, ou rugir como leões, mas, ao contemplarem Aquele que habita em nós, entram em pânico e fogem em desespero, sem sequer ousar travar combate. Isso acontece porque quem confia no Senhor repousa n’Ele, e n’Ele encontra refúgio inexpugnável.

A fama do nosso Deus ultrapassa as fronteiras das nações. O Seu braço não se encolheu, a Sua justiça permanece perfeita, a Sua fidelidade é escudo e baluarte. Essa mesma justiça, longe de ser ameaça, é fonte transbordante de alegria para todos quantos pertencem ao Seu povo.

Deus anuncia as Suas promessas muito antes que você possa tocá-las com as mãos. Ele vê o fim desde o princípio; ou seja, antes mesmo de começar, já sabe exatamente como tudo terminará. Desde o princípio anunciei o futuro, desde a antiguidade, aquilo que ainda acontecerá. Eu afirmo: o meu propósito será realizado, certamente farei tudo o que me apraz (Isaías 46.10).

Quando você confia n’Ele, pode parecer, em certos momentos, que a história não vai acabar bem; mas acabará bem. Quem edifica a sua vida n’Ele jamais fracassa nem desmorona, porque Ele é a nossa fortaleza, é o nosso muro inabalável, o nosso apoio firme, o nosso esteio seguro. Por isso somos exortados a contar à geração seguinte quem Ele é e a declarar os Seus gloriosos feitos.

Os homens podem comprar ou fabricar deuses, podem curvar-se diante deles, mas esses ídolos nada podem fazer por quem os adora; não passam de invenções humanas. Quando lhes dirigem a palavra, eles não respondem. Lembremo-nos dos sacerdotes de Baal, que derramaram o próprio sangue em sacrifício, e Baal nada pôde fazer.

Toda vez que alguém buscar um deus feito por mãos humanas ou depositar a confiança da sua vida em qualquer outra coisa, acabará frustrado e sem resposta.

Considerar o vazio dos próprios esforços significa encarar, com lucidez e honestidade espiritual, a limitação e a insuficiência de tudo aquilo que é feito exclusivamente a partir de si mesmo, sem referência a Deus, ao sentido maior da vida ou a um propósito que transcenda o ego.

O ser humano é capaz de muito trabalho, planejamento e empenho, mas nem todo esforço gera fruto duradouro. Quando o esforço é movido apenas por ambição, autossuficiência ou tentativa de controle absoluto da vida, ele pode até produzir resultados imediatos, porém revela-se um vazio de significado, incapaz de satisfazer a alma ou de sustentar a vida em longo prazo.

A Bíblia, especialmente no Livro de Eclesiastes, ensina que muitos esforços, quando feitos apenas com base na força do braço, na ambição, são frágeis e passageiros. A vaidade desaparece rapidamente, como uma fumaça ou um sopro.

Trabalhar, planejar, empenhar-se, não é errado. O trabalho tem valor. O problema surge quando ele é feito sem referência a Deus e ao propósito eterno. Nesse caso, mesmo que a pessoa se esforce muito, os resultados não têm profundidade nem permanência; restam apenas frustração, cansaço e exaustão. Há produção, mas não há plenitude; há atividade, mas falta sentido. Sem Deus o nosso esforço pode até gerar conquistas visíveis, mas raramente constrói algo que dure de verdade, que transforme o interior ou que atravesse o tempo. O que permanece não nasce apenas do quanto se faz, mas de para Quem e com Quem se faz, se constrói.

Deus, o tempo todo, procura colocar em nossas mãos algo maior, mas muitos estão com as mãos ocupadas, muitas vezes carregando até os deuses que elas mesmas fabricaram. Lembremos que um ídolo no coração é tão ofensivo para Deus quanto um ídolo na mão. Algumas pessoas não possuem uma imagem física de ídolo, mas carregam no coração o orgulho, a luxúria, a insegurança, mágoas, ressentimentos e toda espécie de sentimentos mesquinhos. Nem todos querem esvaziar as mãos para receber o que Ele quer entregar; preferem não reconhecer que seus esforços são vazios.

A vida que você sonha para si, para sua família e para seus filhos já foi planejada por Deus e, de certa forma, já está consumada. Contudo, na versão A Mensagem diz, Agora, me deem ouvidos; vocês são teimosos demais; é difícil fazer algo por vocês. Mas estou disposto a ajudá-los, agora mesmo (Isaías 46.12 e 13). Deus tem uma vida abundante, salvação, libertação para você agora.

Ou faremos de Deus o nosso Deus, o nosso guia até à morte, ou nos frustraremos e continuaremos nos cansando, esforçando-nos para nada. É muito fácil agarrar-se ao sucesso de agora; no entanto, o sucesso de hoje não é o de amanhã. O que você fez até aqui não pode levá-lo adiante. É fácil nos apegarmos ao momento que consideramos maravilhoso e, com isso, começarmos a retroceder. Contudo, é a fome por mais, por criar e por avançar, que nos faz levantar no espírito e declarar: é hora de ampliar! É hora de pensar grande! É hora de expandir!

A mentalidade que trouxe você até aqui não pode levá-lo adiante. Manter-se em algo bom é natural, mas precisamos orar a Deus e pedir a mentalidade do Reino, de expansão. A tentação, ao se chegar a determinado ponto, é dizer, “Eu consegui, portanto, vou manter como está”. Esse, porém, é o caminho da derrota, porque o sucesso de hoje não nos dará suporte para o amanhã. É preciso, hoje, romper barreiras e crer que há mais. Manter é o caminho para o retrocesso; a fome de aprender e de fazer o que nunca foi feito é o que nos faz romper; esse é o caminho do sucesso.

Tenhamos a maturidade e discernimento para perceber que não avançaremos se mantivermos a mesma mentalidade de sempre. Por isso, é necessário desenvolver fome por rompimento. Muitas pessoas foram além em Deus, mas estagnaram e não conseguem sair do ponto em que chegaram; não conseguem romper. E, às vezes, o Senhor precisa arrancar nossas escoras, pois Ele nos ama demais para nos deixar no mesmo lugar.

Se você fizer o que sempre fez, sempre terá o que sempre teve, correndo ainda o risco de retroceder. Precisamos discernir quando é hora de romper com um padrão que, por um tempo, até foi bom. O vinho servido nas bodas de Caná, na Galileia, era um vinho bom; foi servido aos convidados e a festa prosseguiu. Contudo, foi o vinho que Jesus ofereceu, o vinho novo, que trouxe encanto e transformação, fazendo com que aquele evento terminasse no mais alto nível.

Estou convencida de que o acomodar-se é uma definição de insanidade. Acomodar-se à vida, ao que se tem, ao que se conquistou, às bênçãos; acomodar-se às coisas espirituais, a Deus e aos resultados — que, em alguns casos, são péssimos.

Para muitos, manter é suficiente, mas Deus diz, “Não é!” É preciso desenvolver fome por avançar, criar, ir além. Fome por Deus! Quem busca novas possibilidades, as encontra, porque sempre há mais. Deus é uma fonte inesgotável e sempre tem mais para nós.

Costumo dizer que, às vezes, as coisas estão tão arrumadas em nossa mente que Deus chega e faz uma boa bagunça, dizendo, “É hora de se mover, meu filho, minha filha! É hora de buscar novas possibilidades”.

Faça das Escrituras e de mensagens como esta um alicerce sólido e decida não temer mais nada. Recentemente, eu dizia à equipe interna: acostumem-se com o inesperado, acostumem-se com surpresas, porque, na vida de um líder, por exemplo, não há dois dias consecutivos sem surpresas. Isso não significa esperar o pior, mas crer que Deus tem o controle de todas as coisas, que tudo coopera para o nosso bem e que o inesperado é, muitas vezes, o grande empurrão de Deus para que algo novo surja e seja criado, abrindo espaço para que Ele faça o inédito, o surpreendente, o extraordinário em nossa vida.

Quando damos uma resposta de fé diante de uma circunstância, o Senhor vem com uma resposta ainda melhor. Quando você decide fazer o que nunca fez, é nesse momento que toda a energia, a criatividade e a vida vêm sobre você. Deus tem vitórias para a sua vida; Ele não planejou derrotas. Todavia, Ele está movendo pessoas para algo maior, para mais.

Eu abençoo sua vida em nome de Jesus.

Bispa Cléo Ribeiro Rossafa

Líder Espiritual do Ministério Mudança de Vida