Destinos Curados Podcast 3 ūüéô Carlos e Glaucinete [Reapresenta√ß√£o]

N√£o podemos pensar sempre pelo lado ruim das situa√ß√Ķes, devemos ser mais positivos e aprender com cada erro nosso.¬† Assista algumas hist√≥rias que v√£o te edificar e v√£o mostrar o outro lado da vida!¬† Traga a exist√™ncia o que n√£o existe para sua vida historias de vida que aconteceu com pessoa, que fala nos testemunha de sua vida o milagre – Destinos Curados Podcast 3 ūüéô Carlos e Glaucinete [Reapresenta√ß√£o].

¬† Diariamente para todo o Brasil, acesse programa√ß√£o completa aqui, programa Mudan√ßa de Vida Hoje com Bispa Cl√©o –¬†Se eu fosse dar ouvido a cr√≠ticas, acusa√ß√Ķes e cal√ļnias, eu teria morrido, sido destru√≠da, mas usei a raz√£o e a intelig√™ncia dada por Deus, confiei, executei, realizei e realizo mais do que qualquer um que me criticou, realizou ou realiza. Enquanto gastam seu tempo criticando, eu aproveito curando, libertando e salvando vidas no nome de Jesus; correndo e trabalhando em tudo que for necess√°rio para o benef√≠cio do que √© de Deus.

 

Testemunho – Destinos Curados Podcast 3 ūüéô Carlos e Glaucinete [Reapresenta√ß√£o] 24.072022

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2 Cr√īnicas 20

Jeosaf√° derrota Moabe e Amom

1 Depois disso, os moabitas e os amonitas, com alguns dos meunitas, entraram em guerra contra Josaf√°. 2 Ent√£o informaram a Josaf√°: “Um ex√©rcito enorme vem contra ti de Edom, do outro lado do mar Morto. J√° est√° em Hazazom-Tamar, isto √©, En-Gedi”. 3 Alarmado, Josaf√° decidiu consultar o Senhor e proclamou um jejum em todo o reino de Jud√°. 4 Reuniu-se, pois, o povo vindo de todas as cidades de Jud√° para buscar a ajuda do Senhor. 5 Josaf√° levantou-se na assembleia de Jud√° e de Jerusal√©m, no templo do Senhor, na frente do p√°tio novo,

6 e orou: “Senhor, Deus dos nossos antepassados, n√£o √©s tu o Deus que est√° nos c√©us? Tu governas sobre todos os reinos do mundo. For√ßa e poder est√£o em tuas m√£os, e ningu√©m pode opor-se a ti. 7 N√£o √©s tu o nosso Deus, que expulsaste os habitantes desta terra perante Israel, o teu povo, e a deste para sempre aos descendentes do teu amigo Abra√£o?

8 Eles a t√™m habitado e nela constru√≠ram um santu√°rio em honra ao teu nome, dizendo: 9 ‘Se alguma desgra√ßa nos atingir, seja o castigo da espada, seja a peste, seja a fome, n√≥s nos colocaremos em tua presen√ßa diante deste templo, pois ele leva o teu nome, e clamaremos a ti em nossa ang√ļstia, e tu nos ouvir√°s e nos salvar√°s’. 10 “Mas agora, a√≠ est√£o amonitas, moabitas e habitantes dos montes de Seir, cujos territ√≥rios n√£o permitiste que Israel invadisse quan¬≠do vinha do Egito; por isso os israelitas se desviaram deles e n√£o os destru√≠ram.

11 V√™ agora como est√£o nos retribuindo, ao virem expulsar-nos da terra que nos deste por heran√ßa. 12 √ď nosso Deus, n√£o ir√°s tu julg√°-los? Pois n√£o temos for√ßa para enfrentar esse ex√©rcito imen¬≠so que vem nos atacar. N√£o sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para ti”. – Link:.>> Destinos Curados episodio.

13 Todos os homens de Judá, com suas mulheres e seus filhos, até os de colo, estavam ali em pé, diante do Senhor. 14 Então o Espírito do Senhor veio sobre Jaaziel, filho de Zacarias, neto de Benaia, bisneto de Jeiel e trineto de Matanias, levita e descendente de Asafe, no meio da assembleia.

15 Ele disse: “Escutem, todos os que vivem em Jud√° e em Jerusal√©m e o rei Josaf√°! Assim diz o Senhor a voc√™s; ‘N√£o tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse ex√©r¬≠cito enor¬≠me. Pois a batalha n√£o √© de voc√™s, mas de Deus. 16 Ama¬≠nh√£, des√ßam contra eles. Eis que vir√£o pela subida de Ziz, e voc√™s os encontrar√£o no fim do vale, em frente do deserto de Jeruel.

17 Vo¬≠c√™s n√£o precisar√£o lutar nessa batalha. Tomem suas posi√ß√Ķes, permane√ßam firmes e vejam o livramento que o Senhor dar√°, √≥ Jud√°, √≥ Jerusal√©m. N√£o tenham medo nem desanimem. Saiam para enfrent√°-los amanh√£, e o Senhor estar√° com voc√™s’ “. 18 Josaf√° prostrou-se com o rosto em terra, e todo o povo de Jud√° e de Jerusal√©m prostrou-se em adora√ß√£o perante o Senhor. 19 En¬≠t√£o os levitas descendentes dos coatitas e dos core√≠tas levantaram-se e louvaram o Senhor, o Deus de Israel, em alta voz.

20 De madrugada partiram para o deserto de Tecoa. Quando estavam saindo, Josaf√° lhes disse: “Escutem-me, Jud√° e povo de Jerusal√©m! Tenham f√© no Senhor, o seu Deus, e voc√™s ser√£o sustentados; tenham f√© nos profetas do Senhor, e ter√£o a vit√≥ria”. 21 Depois de consultar o povo, Josaf√° nomeou alguns homens para cantarem ao Senhor e o louvarem pelo esplendor de sua santidade, indo √† frente do ex√©rcito, cantando: “Deem gra√ßas ao Senhor, pois o seu amor dura para sempre”.

22 Quando começaram a cantar e a entoar louvores, o Senhor preparou emboscadas contra os homens de Amom, de Moabe e dos montes de Seir, que estavam invadindo Judá, e eles foram derrotados. 23 Os amonitas e os moabitas atacaram os dos montes de Seir para destruí-los e aniquilá-los. Depois de massacrarem os ho­mens de Seir, destruíram-se uns aos outros. 24 Quando os homens de Judá foram para o lugar de onde se avista o deserto e olha­ram para o imenso exército, viram somente cadáveres no chão; ninguém havia escapado.

25 Então Josafá e os seus soldados foram saquear os cadáveres e encontraram entre eles grande quantidade de equipamentos e de roupas e também objetos de valor; passaram três dias saqueando, mas havia mais do que eram capazes de levar.

26  No quarto dia eles se reuniram no vale de Beraca, onde louvaram o Senhor. Por isso até hoje esse lugar é chamado vale de Beraca. 27 Depois, sob a liderança de Josafá, todos os homens de Judá e de Jerusalém voltaram alegres para Jerusalém, pois o Senhor os enchera de alegria, dando-lhes vitória sobre os seus inimigos. 28 Entra­ram em Jerusalém e foram ao templo do Senhor, ao som de liras, harpas e ­cornetas.

29 O temor de Deus veio sobre todas as na√ß√Ķes, quando souberam como o Senhor havia lutado contra os inimigos de Israel. 30 E o reino de Josaf√° manteve-se em paz, pois o seu Deus lhe concedeu paz em todas as suas fronteiras.

O fim do reino de Jeosaf√°

31  Assim Josafá reinou sobre Judá. Ele tinha trinta e cinco anos de idade quando se tornou rei e reinou vinte e cinco anos em Jerusalém. O nome da sua mãe era Azuba, filha de Sili. 32  Ele andou nos caminhos de Asa, seu pai, e não se desviou deles; fez o que o Senhor apro­va.

33¬† Con¬≠tudo, n√£o acabou com os altares id√≥latras, e o povo ainda n√£o havia firmado o cora√ß√£o no Deus dos seus antepassados. 34 Os demais acontecimentos do reinado de Josaf√°, do in√≠cio ao fim, est√£o escritos nos relatos de Je√ļ, filho de Hanani, e foram inclu√≠dos nos registros hist√≥ricos dos reis de Israel.

35¬† Posteriormente, Josaf√°, rei de Jud√°, fez um tratado com Acazias, rei de Israel, que tinha vida √≠mpia. 36 Era um tratado para a cons¬≠tru√ß√£o de navios mercantes. Depois de serem constru√≠dos os navios em Eziom-Geber, 37¬† Eli√©¬≠zer, filho de Dodava de Maressa, profetizou contra Josaf√°, dizendo: “Por haver feito um tratado com Acazias, o Senhor destruir√° o que voc√™ fez”. Assim, os navios naufragaram e n√£o se p√īde cumprir o tratado comercial.

Jesus alimenta quatro mil homens

1 Naqueles dias, outra vez reuniu-se uma grande multid√£o. Visto que n√£o tinham nada para comer, Jesus chamou os seus disc√≠pulos e disse-lhes: 2 “Tenho compaix√£o desta multid√£o; j√° faz tr√™s dias que eles est√£o comigo e nada t√™m para comer. 3 Se eu os mandar para casa com fome, v√£o desfalecer no caminho, porque alguns deles vieram de longe”. 4 Os seus disc√≠pulos responderam: “Onde, neste lugar deserto, poderia algu√©m conseguir p√£o suficiente para aliment√°-los?”

5″Quantos p√£es voc√™s t√™m?”, perguntou Jesus. “Sete”, responderam eles. 6 Ele ordenou √† multid√£o que se assentasse no ch√£o. Depois de tomar os sete p√£es e dar gra√ßas, partiu-os e os entregou aos seus disc√≠pulos, para que os servissem √† multid√£o; e eles o fizeram. 7 Tinham tamb√©m alguns peixes pequenos; ele deu gra√ßas igualmente por eles e disse aos disc√≠pulos que os distribu√≠ssem. 8 O povo comeu at√© se fartar. E ajuntaram sete cestos cheios de peda√ßos que sobraram.

9 Cerca de quatro mil homens estavam presentes. E, tendo-os despedido, 10 entrou no barco com seus disc√≠pulos e foi para a regi√£o de Dalmanuta. 11 Os fariseus vieram e come√ßaram a interrogar Jesus. Para p√ī-lo √† prova, pediram-lhe um sinal do c√©u. 12 Ele suspirou profundamente e disse: “Por que esta gera√ß√£o pede um sinal milagroso? Eu afirmo que nenhum sinal ser√° dado a voc√™s”. 13 Ent√£o se afastou deles, voltou para o barco e foi para o outro lado.

O fermento dos fariseus e de Herodes

14 Os disc√≠pulos haviam se esquecido de levar p√£o, a n√£o ser um p√£o que tinham consigo no barco. 15 Advertiu-os Jesus: “Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes”. 16 E eles discutiam entre si, dizendo: “√Č porque n√£o temos p√£o”. 17 Percebendo a discuss√£o, Jesus lhes perguntou: “Por que voc√™s est√£o discutindo sobre n√£o terem p√£o? Ainda n√£o compreendem nem percebem? O cora√ß√£o de voc√™s est√° endurecido?

18 Voc√™s t√™m olhos, mas n√£o veem? T√™m ouvidos, mas n√£o ouvem? N√£o se lembram? 19 Quando eu parti os cinco p√£es para os cinco mil, quantos cestos cheios de peda√ßos voc√™s recolheram?” “Doze”, responderam eles. 20″E, quando eu parti os sete p√£es para os quatro mil, quantos cestos cheios de peda√ßos voc√™s recolheram?” “Sete”, responderam eles. 21 Ele lhes disse: “Voc√™s ainda n√£o entendem?”

A cura do cego de Betsaida

22 Eles foram para Betsaida, e algumas pessoas trouxeram um cego a Jesus, suplicando-lhe que tocasse nele. 23 Ele tomou o cego pela m√£o e o levou para fora do povoado. Depois de cuspir nos olhos do homem e impor-lhe as m√£os, Jesus perguntou: “Voc√™ est√° vendo alguma coisa?”

24 Ele levantou os olhos e disse: “Vejo pessoas; elas parecem √°rvores andando”. 25 Mais uma vez, Jesus colocou as m√£os sobre os olhos do homem. Ent√£o seus olhos foram abertos, e sua vista lhe foi restaurada, e ele via tudo claramente. 26 Jesus mandou-o para casa, dizendo: “N√£o entre no povoado!”

A confiss√£o de Pedro sobre Jesus

27 Jesus e os seus disc√≠pulos dirigiram-se para os povoados nas proximidades de Cesareia de Filipe. No caminho, ele lhes perguntou: “Quem o povo diz que eu sou?” 28 Eles responderam: “Alguns dizem que √©s Jo√£o Batista; outros, Elias; e, ainda outros, um dos profetas”. 29″E voc√™s?”, perguntou ele. “Quem voc√™s dizem que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu √©s o Cristo”. 30 Jesus os advertiu que n√£o falassem a ningu√©m a seu respeito.

Jesus fala da sua morte

31 Ent√£o ele come√ßou a ensinar-lhes que era necess√°rio que o Filho do homem sofresse muitas coisas e fosse rejeitado pelos l√≠deres religiosos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos mestres da lei, fosse morto e tr√™s dias depois ressuscitasse. 32 Ele falou claramente a esse respeito. Ent√£o Pedro, chamando-o √† parte, come√ßou a repreend√™-lo. 33 Jesus, por√©m, voltou-se, olhou para os seus disc√≠pulos e repreendeu Pedro, dizendo: “Para tr√°s de mim, Satan√°s! Voc√™ n√£o pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens”.

34 Ent√£o ele chamou a multid√£o e os disc√≠pulos e disse: “Se algu√©m quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. 35 Pois quem quiser salvar a sua vida a perder√°; mas quem perder a sua vida por minha causa e pelo evangelho a salvar√°. 3

6 Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? 37 Ou, o que o homem poderia dar em troca de sua alma? 38 Se algu√©m se envergonhar de mim e das minhas palavras nesta gera√ß√£o ad√ļltera e pecadora, o Filho do homem se envergonhar√° dele quando vier na gl√≥ria de seu Pai com os santos anjos”¬† Bispa Cl√©o Ribeiro Rossafa¬†L√≠der Espiritual do Minist√©rio Mudan√ßa de Vida.

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