Quando Jesus falou dos negócios de Seu Pai, Ele estava se referindo a um empreendedorismo redentivo. O grande desafio é transformar a mente de um empresário, arrancar dele a mentalidade de comércio e levá-lo a abraçar a mentalidade de empreendedor, de construtor, de alguém que levanta algo. O comerciante vive com a cabeça voltada apenas para o comércio e o lucro; por isso, jamais desenvolverá, por si só, uma mentalidade genuína de empreendedor. No entanto, há muitos empreendedores que ainda não se libertaram da mentalidade de comércio e de lucro imediato.
E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém cuidar dos negócios do meu pai? (Lucas 2.49). Quando Jesus disse isso, não o fez de maneira casual. Ele tinha apenas doze anos quando reaparece após bebê. Seus pais retornam para casa e percebem que Ele não estava com eles. Voltam, procuram e O encontram no templo. Nesse momento, Jesus não Se apresenta como um líder religioso, mas como Alguém que compreende profundamente o sentido de empreendimento. Ele Se apresenta como o pastor das ovelhas, o viticultor, o dono da vinha, o construtor. Ele afirma que sábio é aquele que lança seus fundamentos sobre a rocha. Isto é, o prudente constrói sobre a Rocha, que é Cristo.
Se alguém decide erguer um prédio de dez andares, por exemplo, mas, por algum motivo, para no terceiro, pode ter a ilusão de que foi bem-sucedido apenas porque o edifício não caiu. Contudo, o verdadeiro teste do alicerce só acontece quando se alcança o objetivo para o qual ele foi projetado. Muitos vivem iludidos, achando que está tudo bem, apenas porque interromperam o processo e perderam a visão do propósito — se é que algum dia realmente a tiveram.
Os mestres da Lei tinham uma mentalidade de comércio, mas Jesus operava a partir de um empreendedorismo redentivo. É essa mentalidade que todos os que desejam ser verdadeiramente bem-sucedidos precisam desenvolver.
Desde cedo, Jesus afirmou que estava ali para cuidar de um grande negócio, os negócios do Pai. Os líderes religiosos não compreenderam o que Jesus fazia, porque não entendiam Sua linguagem. Era a linguagem de um empreendedor bem-sucedido.
O empresário tem propósito e valores; o comerciante busca conveniência e lucro.
Quando o Senhor aparece novamente, agora aos trinta anos, vemos duas vezes Ele purificando o templo, no início e no final de Seu ministério.
E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. E foram ter com ele ao templo cegos e coxos (Mateus 21.12-14). O texto mostra que havia comércio no templo, revelando a mentalidade mercantil que dominava aquele espaço. Nada na Bíblia está ali por acaso! Logo após a purificação, cegos e mancos aproximam-se de Jesus, e Ele os cura. Dentro da fé cristã, muitos ainda vivem cegos espiritualmente, incapazes de discernir, ou mancos na fé, oscilando entre dois pensamentos, com uma mente dividida.
Jesus Se apresenta como empreendedor dos negócios do Pai e ensina que o sábio fundamenta tudo na Rocha. Seu propósito estava relacionado ao Reino de Deus, e não apenas a negócios terrenos ou a coisas passageiras. Ele nos ensinou a construir algo que permanece, baseado em valores. Quanto mais meditamos nessas Escrituras, mais fica evidente que a linguagem de Jesus é a de um construtor, de um dono de vinha, de alguém que cuida, que edifica com propósito.
O empreendedor está focado em propósito e valores; o comerciante, apenas no lucro e na conveniência. Podemos ilustrar isso comparando uma família e um prostíbulo. Ambos podem ter uma estrutura semelhante, mas a diferença está no fundamento. A família é baseada em valores; o prostíbulo, em comércio. O grande perigo é transformar a família em comércio ou reduzir o propósito de Deus a mera negociação. Os filhos são herança do Senhor, como flechas nas mãos do valente, lançadas para um destino glorioso, e o Salmo 128 descreve o homem abençoado como aquele que tem sua família reunida à mesa, fundamentada nos valores do Senhor.
Quanto mais bem-sucedido alguém é, mais demandas surgem. Ninguém procura um fracassado para pedir ajuda. O problema não está nas demandas, mas na forma como se enxerga o propósito.
Não são os problemas que derrotam a vida, mas o momento em que se coloca preço naquilo que tem valor. Lúcifer era o “CEO” do céu e caiu quando passou a precificar aquilo que Deus lhe confiara. Essa é a mentalidade de comércio que Jesus combateu, que é agir movido pela necessidade e pela vontade, e não pela intencionalidade. O empreendedorismo redentivo ensina que tudo o que se faz deve ter propósito e valor, não lucro. Quando se coloca preço naquilo que tem valor, vende-se a própria alma.
Satanás tentou fazer isso com Jesus, oferecendo-Lhe tudo em troca de adoração. Jesus respondeu com firmeza, usando a Palavra, porque Seus valores estavam bem fundamentados.
Quem vive apenas para o lucro lidera pessoas como quem conduz coisas descartáveis. Já o empreendedor redentivo constrói pessoas, investe nelas, cresce levando outros consigo. Quando algo passa a ser precificado, é porque já perdeu o valor.
O sábio constrói sobre a Rocha, tem um ponto de partida, um fundamento. Começa em Deus e termina n’Ele. Abraão recusou os bens do rei de Sodoma porque seus valores estavam bem definidos.
Hoje, somos chamados a cuidar dos negócios do Pai, em todas as áreas da vida. Família não tem preço; tem valor. Pessoas não são exploradas quando se compreende isso.
A essência de uma vida intencional é entender o valor. Casais que antes lutavam juntos passaram a se dividir quando começaram a precificar o relacionamento. Líderes que antes cuidavam de pessoas passaram a explorá-las quando adotaram a mentalidade mercantil.
Jesus, aos doze anos, falou dos negócios do Pai; aos trinta, combateu o comércio no templo. Não se trata de estruturas físicas, mas de uma mentalidade que prioriza lucro e conveniência.
Todo negócio na vida do cristão deve servir ao Reino; caso contrário, torna-se um bezerro de ouro, seja abrir um negócio, fazer uma faculdade, projetar algo… Vivemos com mentalidade de eternidade, construindo com valores e princípios. Fomos comprados por alto preço, preço de Sangue. Deus revelou o nosso valor, e nada desviou Jesus do propósito, porque Seus valores estavam firmados. A essência do Evangelho é valor, não preço.
Quando eu digo a você que nenhum dinheiro no mundo me levaria a fazer o que eu faço, é porque isso não tem preço; isso tem valor para mim. Se fosse para fazer algo apenas por dinheiro, o altar não seria o meu lugar. Eu teria de seguir por outro caminho, onde teria liberdade para viver uma vida visando lucro pelo lucro. O que eu faço tem valor!
O rei de Sodoma tentou comprar Abraão, mas ele respondeu, com as mãos levantadas, “Não aceitarei nem mesmo uma correia de sandália vinda de você”. Isso porque seus valores já estavam bem estabelecidos dentro dele. A proposta era boa, mas ele decidiu pelo propósito.
Hoje, quero que você entenda que está aqui para cuidar dos negócios do Pai. É preciso sair da mentalidade de comerciante. Sua família não tem preço; ela tem valor. As pessoas que chegam até você têm valor. Por isso, você não explora pessoas, você as abençoa.
A essência de tudo, a essência para se viver de forma intencional, é compreender o valor. Quando eu atribuo valor, estou demonstrando que aquilo não tem preço para mim. Se alguém tenta colocar um preço, devemos estabelecer limites claros.
Discirna o que o Espírito Santo está dizendo ao seu coração e siga os passos do Mestre.
Louvado seja Deus por tudo! Conte sempre com minhas orações.
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Junho de 2026 – Os negócios do Pai, Os negócios do Pai, Os negócios do Pai, Os negócios do Pai, Os negócios do Pai, Os negócios do Pai... Link: Edição.
Edição de junho de 2026

Quando Jesus falou dos negócios de Seu Pai, Ele estava se referindo a um empreendedorismo redentivo. O grande desafio é transformar a mente de um empresário, arrancar dele a mentalidade de comércio e levá-lo a abraçar a mentalidade de empreendedor, de construtor, de alguém que levanta algo. O comerciante vive com a cabeça voltada apenas para o comércio e o lucro; por isso, jamais desenvolverá, por si só, uma mentalidade genuína de empreendedor. No entanto, há muitos empreendedores que ainda não se libertaram da mentalidade de comércio e de lucro imediato.
E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém cuidar dos negócios do meu pai? (Lucas 2.49). Quando Jesus disse isso, não o fez de maneira casual. Ele tinha apenas doze anos quando reaparece após bebê. Seus pais retornam para casa e percebem que Ele não estava com eles. Voltam, procuram e O encontram no templo. Nesse momento, Jesus não Se apresenta como um líder religioso, mas como Alguém que compreende profundamente o sentido de empreendimento. Ele Se apresenta como o pastor das ovelhas, o viticultor, o dono da vinha, o construtor. Ele afirma que sábio é aquele que lança seus fundamentos sobre a rocha. Isto é, o prudente constrói sobre a Rocha, que é Cristo.
Se alguém decide erguer um prédio de dez andares, por exemplo, mas, por algum motivo, para no terceiro, pode ter a ilusão de que foi bem-sucedido apenas porque o edifício não caiu. Contudo, o verdadeiro teste do alicerce só acontece quando se alcança o objetivo para o qual ele foi projetado. Muitos vivem iludidos, achando que está tudo bem, apenas porque interromperam o processo e perderam a visão do propósito — se é que algum dia realmente a tiveram.
Os mestres da Lei tinham uma mentalidade de comércio, mas Jesus operava a partir de um empreendedorismo redentivo. É essa mentalidade que todos os que desejam ser verdadeiramente bem-sucedidos precisam desenvolver.
Desde cedo, Jesus afirmou que estava ali para cuidar de um grande negócio, os negócios do Pai. Os líderes religiosos não compreenderam o que Jesus fazia, porque não entendiam Sua linguagem. Era a linguagem de um empreendedor bem-sucedido.
O empresário tem propósito e valores; o comerciante busca conveniência e lucro.
Quando o Senhor aparece novamente, agora aos trinta anos, vemos duas vezes Ele purificando o templo, no início e no final de Seu ministério.
E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. E foram ter com ele ao templo cegos e coxos (Mateus 21.12-14). O texto mostra que havia comércio no templo, revelando a mentalidade mercantil que dominava aquele espaço. Nada na Bíblia está ali por acaso! Logo após a purificação, cegos e mancos aproximam-se de Jesus, e Ele os cura. Dentro da fé cristã, muitos ainda vivem cegos espiritualmente, incapazes de discernir, ou mancos na fé, oscilando entre dois pensamentos, com uma mente dividida.
Jesus Se apresenta como empreendedor dos negócios do Pai e ensina que o sábio fundamenta tudo na Rocha. Seu propósito estava relacionado ao Reino de Deus, e não apenas a negócios terrenos ou a coisas passageiras. Ele nos ensinou a construir algo que permanece, baseado em valores. Quanto mais meditamos nessas Escrituras, mais fica evidente que a linguagem de Jesus é a de um construtor, de um dono de vinha, de alguém que cuida, que edifica com propósito.
O empreendedor está focado em propósito e valores; o comerciante, apenas no lucro e na conveniência. Podemos ilustrar isso comparando uma família e um prostíbulo. Ambos podem ter uma estrutura semelhante, mas a diferença está no fundamento. A família é baseada em valores; o prostíbulo, em comércio. O grande perigo é transformar a família em comércio ou reduzir o propósito de Deus a mera negociação. Os filhos são herança do Senhor, como flechas nas mãos do valente, lançadas para um destino glorioso, e o Salmo 128 descreve o homem abençoado como aquele que tem sua família reunida à mesa, fundamentada nos valores do Senhor.
Quanto mais bem-sucedido alguém é, mais demandas surgem. Ninguém procura um fracassado para pedir ajuda. O problema não está nas demandas, mas na forma como se enxerga o propósito.
Não são os problemas que derrotam a vida, mas o momento em que se coloca preço naquilo que tem valor. Lúcifer era o “CEO” do céu e caiu quando passou a precificar aquilo que Deus lhe confiara. Essa é a mentalidade de comércio que Jesus combateu, que é agir movido pela necessidade e pela vontade, e não pela intencionalidade. O empreendedorismo redentivo ensina que tudo o que se faz deve ter propósito e valor, não lucro. Quando se coloca preço naquilo que tem valor, vende-se a própria alma.
Satanás tentou fazer isso com Jesus, oferecendo-Lhe tudo em troca de adoração. Jesus respondeu com firmeza, usando a Palavra, porque Seus valores estavam bem fundamentados.
Quem vive apenas para o lucro lidera pessoas como quem conduz coisas descartáveis. Já o empreendedor redentivo constrói pessoas, investe nelas, cresce levando outros consigo. Quando algo passa a ser precificado, é porque já perdeu o valor.
O sábio constrói sobre a Rocha, tem um ponto de partida, um fundamento. Começa em Deus e termina n’Ele. Abraão recusou os bens do rei de Sodoma porque seus valores estavam bem definidos.
Hoje, somos chamados a cuidar dos negócios do Pai, em todas as áreas da vida. Família não tem preço; tem valor. Pessoas não são exploradas quando se compreende isso.
A essência de uma vida intencional é entender o valor. Casais que antes lutavam juntos passaram a se dividir quando começaram a precificar o relacionamento. Líderes que antes cuidavam de pessoas passaram a explorá-las quando adotaram a mentalidade mercantil.
Jesus, aos doze anos, falou dos negócios do Pai; aos trinta, combateu o comércio no templo. Não se trata de estruturas físicas, mas de uma mentalidade que prioriza lucro e conveniência.
Todo negócio na vida do cristão deve servir ao Reino; caso contrário, torna-se um bezerro de ouro, seja abrir um negócio, fazer uma faculdade, projetar algo… Vivemos com mentalidade de eternidade, construindo com valores e princípios. Fomos comprados por alto preço, preço de Sangue. Deus revelou o nosso valor, e nada desviou Jesus do propósito, porque Seus valores estavam firmados. A essência do Evangelho é valor, não preço.
Quando eu digo a você que nenhum dinheiro no mundo me levaria a fazer o que eu faço, é porque isso não tem preço; isso tem valor para mim. Se fosse para fazer algo apenas por dinheiro, o altar não seria o meu lugar. Eu teria de seguir por outro caminho, onde teria liberdade para viver uma vida visando lucro pelo lucro. O que eu faço tem valor!
O rei de Sodoma tentou comprar Abraão, mas ele respondeu, com as mãos levantadas, “Não aceitarei nem mesmo uma correia de sandália vinda de você”. Isso porque seus valores já estavam bem estabelecidos dentro dele. A proposta era boa, mas ele decidiu pelo propósito.
Hoje, quero que você entenda que está aqui para cuidar dos negócios do Pai. É preciso sair da mentalidade de comerciante. Sua família não tem preço; ela tem valor. As pessoas que chegam até você têm valor. Por isso, você não explora pessoas, você as abençoa.
A essência de tudo, a essência para se viver de forma intencional, é compreender o valor. Quando eu atribuo valor, estou demonstrando que aquilo não tem preço para mim. Se alguém tenta colocar um preço, devemos estabelecer limites claros.
Discirna o que o Espírito Santo está dizendo ao seu coração e siga os passos do Mestre.
Louvado seja Deus por tudo! Conte sempre com minhas orações.
Bispa Cléo Ribeiro Rossafa
Líder Espiritual do Ministério Mudança de Vida



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